Albert Einstein espantou a comunidade científica de sua época provando que o tempo e o espaço não são entidades separadas, são ligadas entre sí, com a teoria da relatividade.
Além de impulsionar o desenvolvimento de uma medicina psicossomática e prover os alicerces das herdanças da terapia holística, foi possível desenvolver estudosno campo paralelo da espiritualidade e nos mecanismos de cura corpo/espírito.
Essa abordagem permite descrever o modelo do ser humano como um sistema energético e inteligente, indo ao encontro dos ensinamentos místicos orientais que encara o corpo físico como uma das partes de uma cadeia de sistemas energéticos.
O corpo físico, conjuntamente com os corpos sutis coexistem em diferentes condições vibratórias contudo interligados compondo parte desse sistema energético.
Sendo o foco do estudo a realização de cura através do corpo holográfico humano, estaremos sintetizando a descrição até o corpo vibracional aonde a maioria dos desajustes têm início.
O corpo etéreo é um campo de energia holográfica superposto ao corpo físico, que vibra a uma distância de aproximadamente 15 cm do corpo físico e nele é encontrado o duplo luminoso de todos os órgãos do corpo físico. É o primeiro dos corpos sutis e a sua função principal é ser a intermediação, a interface entre as energias vibracionais mais elevadas e o corpo físico.
No corpo etéreo existem sete principais vórtices de energia, mais conhecidos pelo nome de chacras, encarregados de receptar as energias sutis elevadas torná-las mais lentas e emití-las ou distribuí-las através do corpo.
Esses vórtices terão as suas próprias contra-partidas em cada corpo sutil.
Estarei agora dando mais ênfase a outro corpo sutil, o corpo astral, que é o campo magnético das emoções, aonde deposita-se quase sempre em absoluto, o princípio de cada desajuste na saúde do homem
O aparente paradoxo entre a condição física e os pensamentos sobre a possível contrapartida energética, de alma, de espírito do homem e o que poderia vir a ser isso são sempre deixados de lado pelo ritmo da vida cartesiana e resulta muitas vezes condicionar o homem, o indivíduo a um entendimento pouco adequado sobre a sua própria constituição física e energética. A sutileza do fantástico sistema integrado que é o corpo humano e seus integrados corpos sutis solicitam de ternura e delicadeza em seu trato, cujo entendimento da força física e mental como matérias brutas e exatas fazem com que muitas vezes passemos dos limites da boa utilização do nosso corpo e das nossas emoções.
Em outra época Paracelso utilizou o termo campo astral para designar o campo etéreo, já comentado. Tratemos agora do Campo Etéreo o espaço sutil encontrado em aproximadamente 80 cm do corpo físico. Um espaço aonde se depositam os registros emocionais, que poucos médiuns de percepção visual ou em estado de consciência alterada tem a oportunidade de observar.
Nesse campo também encontram-se sete vórtices principais, ou chacras, cuja função permanece, receptando, adequando e distribuindo as energias sutis pelo próprio campo e para as 7 contra-partidas do corpo etéreo, já descritas.
Ora, um trauma: uma tristeza, uma decepção, um sofrimento, uma perda - abala a estrutura energética do corpo astral, que emite em desalinho as vibrações através de um ou mais de seus vórtices, que através da sua contrapartida, se enquadra ao corpo etéreo, se alojando ao duplo luminoso de algum órgão desse campo, tornando possível, infelizmente, que em algum tempo a doença se manifeste no corpo físico.
Esse é o princípio de toda medicina antiga que retorna moderna, o tratamento pela causa, alinhado a consequência.
A visualização holográfica permite conhecer estados manifestados e outros em vias de manifestar-se, localizados no campo astral ou nos desalinhamentos dos chacras, permitindo um tratamento eficaz, pois o indivíduo através do conhecimento, do aconselhamento e da própria vivência da cura tente a buscar estar apto a se auto proteger. Isso é liberdade.
Por Márcia Nogueira
Além de impulsionar o desenvolvimento de uma medicina psicossomática e prover os alicerces das herdanças da terapia holística, foi possível desenvolver estudosno campo paralelo da espiritualidade e nos mecanismos de cura corpo/espírito.
Essa abordagem permite descrever o modelo do ser humano como um sistema energético e inteligente, indo ao encontro dos ensinamentos místicos orientais que encara o corpo físico como uma das partes de uma cadeia de sistemas energéticos.
O corpo físico, conjuntamente com os corpos sutis coexistem em diferentes condições vibratórias contudo interligados compondo parte desse sistema energético.
Sendo o foco do estudo a realização de cura através do corpo holográfico humano, estaremos sintetizando a descrição até o corpo vibracional aonde a maioria dos desajustes têm início.
O corpo etéreo é um campo de energia holográfica superposto ao corpo físico, que vibra a uma distância de aproximadamente 15 cm do corpo físico e nele é encontrado o duplo luminoso de todos os órgãos do corpo físico. É o primeiro dos corpos sutis e a sua função principal é ser a intermediação, a interface entre as energias vibracionais mais elevadas e o corpo físico.
No corpo etéreo existem sete principais vórtices de energia, mais conhecidos pelo nome de chacras, encarregados de receptar as energias sutis elevadas torná-las mais lentas e emití-las ou distribuí-las através do corpo.
Esses vórtices terão as suas próprias contra-partidas em cada corpo sutil.
Estarei agora dando mais ênfase a outro corpo sutil, o corpo astral, que é o campo magnético das emoções, aonde deposita-se quase sempre em absoluto, o princípio de cada desajuste na saúde do homem
O aparente paradoxo entre a condição física e os pensamentos sobre a possível contrapartida energética, de alma, de espírito do homem e o que poderia vir a ser isso são sempre deixados de lado pelo ritmo da vida cartesiana e resulta muitas vezes condicionar o homem, o indivíduo a um entendimento pouco adequado sobre a sua própria constituição física e energética. A sutileza do fantástico sistema integrado que é o corpo humano e seus integrados corpos sutis solicitam de ternura e delicadeza em seu trato, cujo entendimento da força física e mental como matérias brutas e exatas fazem com que muitas vezes passemos dos limites da boa utilização do nosso corpo e das nossas emoções.
Em outra época Paracelso utilizou o termo campo astral para designar o campo etéreo, já comentado. Tratemos agora do Campo Etéreo o espaço sutil encontrado em aproximadamente 80 cm do corpo físico. Um espaço aonde se depositam os registros emocionais, que poucos médiuns de percepção visual ou em estado de consciência alterada tem a oportunidade de observar.
Nesse campo também encontram-se sete vórtices principais, ou chacras, cuja função permanece, receptando, adequando e distribuindo as energias sutis pelo próprio campo e para as 7 contra-partidas do corpo etéreo, já descritas.
Ora, um trauma: uma tristeza, uma decepção, um sofrimento, uma perda - abala a estrutura energética do corpo astral, que emite em desalinho as vibrações através de um ou mais de seus vórtices, que através da sua contrapartida, se enquadra ao corpo etéreo, se alojando ao duplo luminoso de algum órgão desse campo, tornando possível, infelizmente, que em algum tempo a doença se manifeste no corpo físico.
Esse é o princípio de toda medicina antiga que retorna moderna, o tratamento pela causa, alinhado a consequência.
A visualização holográfica permite conhecer estados manifestados e outros em vias de manifestar-se, localizados no campo astral ou nos desalinhamentos dos chacras, permitindo um tratamento eficaz, pois o indivíduo através do conhecimento, do aconselhamento e da própria vivência da cura tente a buscar estar apto a se auto proteger. Isso é liberdade.
Por Márcia Nogueira




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